Por Graciano Caseiro “Vivo em noites, vivo nas ruas, tropeço, Das ruas sobre os becos escuros, Berço, um dia talvez tivesse, Adolescência conturbada não soube. Sonho, não desisti, perspectiva, nenhuma, Uma vida, talvez, não sei; a sua quem sabe Todo dia sonhando, uma melhora renal, Resistir sempre, fé muita, talvez. Vivo das ruas, fugindo de tudo, todos Experiências, lutas, uma vida que Ensina, faz um homem, a ser sempre ex-, Desiludido, Bitolado, Mau Caráter, Nome não tem endereço não sei. Como disse: vivo das ruas, Chance, talvez uma pequena, só vivendo E das ruas sinto-me como criança Pra nunca desistir dos sonhos e achar Na fé uma chance... “Jesus, Meu Libertador.”